Você sente que está perdendo quem você é dentro do relacionamento?
Você desconfia que está em um relacionamento com um narcisista?
Aqui você compreende essa dinâmica, sai da dependência emocional e recupera sua identidade.
Será que você está em um relacionamento com um narcisista?
Na maioria das vezes, não se trata de um comportamento isolado, mas de dinâmicas repetitivas que geram confusão emocional, desgaste constante e a sensação de que você precisa estar sempre pisando em ovos.
Com o tempo, muitas pessoas começam a se perguntar:
“Será que o problema sou eu?”
Por que eu me sinto cada vez menor dentro dessa relação?”
Veja se algumas dessas experiências aparecem com frequência no seu relacionamento:
O ciclo da idealização e desvalorização
No início, você é colocada em um pedestal. É a fase do amor perfeito, onde tudo parece intenso e promissor. Você sente que finalmente foi vista. Depois, sem aviso, surgem as críticas sutis, a frieza emocional e o desprezo. Você passa a se esforçar cada vez mais para ‘consertar’ a relação.
Confusão emocional (gaslighting)
Conversas são distorcidas.
Fatos são negados.
Pouco a pouco, você começa a duvidar da própria memória, das suas percepções e até da sua sanidade emocional.
Frases como “você está exagerando” ou “isso é coisa da sua cabeça” passam a ser frequentes.
Falta de empatia emocional
Quando você expressa dor, cansaço ou necessidade, seus sentimentos são minimizados, invalidados ou rapidamente deslocados para as demandas do outro.
Aos poucos, você aprende que sentir e principalmente pedir tem um custo emocional alto.
Você não precisa enfrentar isso sozinha.
Uma sessão inicial pode ajudar a compreender sua situação atual e avaliar o melhor caminho terapêutico.
Dependência emocional: por que é tão difícil sair daquilo que faz mal?
Se você já se perguntou “por que eu não consigo simplesmente ir embora?”, saiba que isso não tem a ver com falta de força de vontade. A dependência emocional se constrói como um vínculo psíquico, onde afeto, medo de perder e insegurança se misturam, e o outro passa a ocupar o lugar de regulador do seu bem-estar emocional.
Veja como essa dinâmica costuma aparecer na prática:
O medo da solidão
A ideia de ficar sozinho(a) pode gerar uma angústia tão intensa que permanecer em uma relação dolorosa parece menos assustador do que enfrentar o vazio da separação.
A busca por validação constante
Você passa a sentir que seu valor depende do humor, da aprovação ou da presença do outro. Suas emoções ficam reféns de quem, ao mesmo tempo, te desorganiza.
A fantasia de que o outro vai mudar
Existe a esperança persistente de que, se você se esforçar mais ou “acertar” o suficiente, a pessoa volte a ser quem parecia no início da relação.
Esse tipo de vínculo gera apego, culpa e ambivalência: uma parte de você quer sair, enquanto outra se sente presa, com medo de perder, de errar ou de não conseguir seguir sozinho(a).
Do ponto de vista psicanalítico, o trabalho não se resume a “terminar a relação”, mas a compreender esse laço, fortalecer sua estrutura emocional e recuperar a autonomia necessária para que você não precise mais se anular para sustentar um vínculo.
Você não precisa enfrentar isso sozinha.
Uma sessão inicial pode ajudar a compreender sua situação atual e avaliar o melhor caminho terapêutico.
Como funciona o processo de psicanálise
Muitas pessoas acreditam que a psicanálise se resume a falar sobre o passado.
No meu trabalho, o processo é mais profundo e focado na libertação emocional, sempre respeitando o tempo, a singularidade e a história de cada pessoa.
O acompanhamento se organiza a partir de dois pilares principais:
Fortalecimento do presente do paciente
O primeiro passo é ajudar você a recuperar sua força psíquica para lidar com a realidade atual.
Isso envolve compreender a dinâmica da relação, trabalhar limites e fortalecer sua capacidade de se proteger emocionalmente, para que decisões deixem de ser movidas apenas pelo medo, pela culpa ou pela dependência emocional.
Compreensão das raízes da dependência emocional
Em um segundo momento, o trabalho se aprofunda na compreensão dos padrões emocionais que se repetem.
Através da fala e da escuta clínica, investigamos experiências afetivas mais antigas que contribuíram para a construção desses vínculos, permitindo que novas formas de se relacionar se tornem possíveis no presente.
O diferencial do processo
O foco não é apenas sair de uma relação que faz mal, mas tratar a ferida emocional que permitiu que esse tipo de vínculo se estabelecesse.
O processo terapêutico fortalece a autonomia emocional, favorece o resgate da identidade e amplia a capacidade de construir relações mais saudáveis, conscientes e alinhadas com quem você é hoje.
Tudo acontece em um espaço seguro, sigiloso e ético, no seu ritmo, com foco na reconstrução interna e no fortalecimento emocional.
Entender porque é tão difícil sair desse ciclo é um passo importante.
Você não precisa enfrentar isso sozinha.
Aqui, sua história é acolhida sem julgamentos. Eu estou ao seu lado para entender, não para apontar dedos.
Sobre mim – Jhonny Garcia

Acompanho pessoas que vivem relações marcadas por confusão emocional, dependência e perda de identidade. Meu trabalho não parte do julgamento ou do rótulo, mas da escuta clínica e do cuidado com a singularidade de cada história.
O processo terapêutico oferece um espaço seguro, ético e profundo para que você possa se compreender, se fortalecer emocionalmente e recuperar sua autonomia, respeitando seu tempo e seus limites.
Foco Clínico
Narcisismo
Dependência emocional
Relacionamento abusivo
Perguntas Frequentes
Como funcionam as sessões?
As sessões são realizadas online, por videochamada, utilizando Google Meet ou WhatsApp, com duração de 50 minutos.
O atendimento acontece em um ambiente seguro e sigiloso, mantendo a mesma profundidade e seriedade de um processo presencial.
Como faço para agendar?
O agendamento é simples e direto, feito pelo WhatsApp.
Basta clicar no botão abaixo para verificar a disponibilidade de horários e receber as orientações iniciais.
A terapia funciona mesmo se meu parceiro não quiser participar?
Sim. O processo terapêutico é individual.
Embora a relação envolva duas pessoas, a dependência emocional se sustenta na forma como você se percebe e se posiciona dentro do vínculo. Ao fortalecer sua estrutura emocional, a dinâmica da relação tende a se modificar, independentemente da participação do outro.
Preciso avisar ou pedir permissão ao meu parceiro para fazer terapia?
Não. A terapia é um espaço pessoal, protegido pelo sigilo profissional. Cuidar da sua saúde emocional é uma decisão sua.
O processo acontece no seu ritmo, com liberdade e segurança para falar sobre o que for necessário.
Você não precisa enfrentar isso sozinha.
Aqui, sua história é acolhida sem julgamentos. Eu estou ao seu lado para entender, não para apontar dedos.
Jhonny Garcia | Psicanalista Clínico (IBPC) | © 2026
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